23 de janeiro de 2013

Oito meses e onde tudo começou

Dia 16, há uma semana, meu gordelo amado fez oito meses!!! Já engatinha profissionalmente e anda pra tudo que é lado com apoio, abre a boquinha e encosta no nosso rosto quando pedimos beijinhos, brinca de indiozinho quando encostamos a palma da mão nos seus lábios e faz um som de uuuuuuuuu..... uma delícia de criança.

Também tá chatinho por causa do dentinhos que estão por vir e  babando bastante, mas é um bebê muito alegre e cheio de energia.

Nesses oito meses aprendi um trilhão de coisas. Sobre o César, sobre mim e sobre nós. Nos divertimos muito, choramos também e dormimos pouco .

Lembro daquele primeiro dia em que ele veio todo lindo pro meus braços e agora já mal consigo segurá-lo sem que as costas dessa velha mãe reclame.

"Ele é tão calminho", disse eu ao telefone pra minha mãe, logo depois do parto. Eu era uma recém nascida mãe tão inocente! A médica, me alertou: a palavra mágica é "alta". E lá fomos nós pra casa, com um monte de gente esperando pra nos receber, todos querendo conhecer aquele pacotinho branquelo e de olhinhos puxados (naquela época ele tinha).
Chegamos e na primeira vez que fomos trocá-lo ele nos deu um jatinho de xixi de presente. Mas cinco segundos e uma rajada de cocô. Rimos feito bobos e passamos o dia entre os familiares, cansados e com sono, mas felizes.

Na hora de dormir, coloquei César no berço e fui me arrastando pra cama querendo correr pro meu travesseiro. Deitei. Um segundo depois: nhé! Ele reclamou e eu como exímia mãe  de primeira viagem, corri pro quarto. Olhei e ele estava inquieto, choroso. Peguei no colo e sentei na cadeira de amamentação. Ele estava trocado, amamentado e quentinho. Do jeito que minha mãe ensinou. Mas não queria ficar no berço. Tentei mais uma, duas, três vezes e todas eram iguais. Quietinho e dormindo no colo, desperto e choroso quando colocado no berço.  A falta de costume de ouvir choros madrugada adentro e o cansaço pra ficar tentando mante-lo no berço fez com que eu passasse a primeira noite com ele nos braços. Cochilei algumas vezes, mas o medo de derrubá-lo caso dormisse era maior. Foi a nossa primeira noite em casa juntos. Insone e preocupada, especial e inesquecível. 



Fazendo pose no dia que saiu do hospital


Em tempo: a lembrança do papai é de que ele não deu trabalho na primeira noite. ¬_¬

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